quarta-feira, 15 de julho de 2009

que horas são ?

Ser ou não ser, essa é a questão: será mais nobre suportar na mente as flechadas da trágica fortuna, ou tomar armas contra um mar de obstáculos e, enfrentando-os, vencer? Morrer — dormir, nada mais; e dizer que pelo sono se findam as dores, como os mil abalos inerentes à carne — é a conclusão que devemos buscar. Morrer — dormir; dormir, talvez sonhar — eis o problema: pois os sonhos que vierem nesse sono de morte, uma vez livres deste invólucro mortal, fazem cismar. Esse é o motivo que prolonga a desdita desta vida.

William Shakespeare, in "Hamlet"
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meu desapego esta em tudo que calo, e na inconstância de se sentir bem ou não.
meu desapego esta nas palavras duras e nos momentos de desejo, esta na morte súbita, e esta na vontade de uma nova vida mais intensa.
a veemência da minha plenitude se esconde por traz de todo os meus sonhos sujos e fétidos, e que tenha o dito.

thamaramorgan

obs.-

bom finalmente de férias, então to com preguiça de escrever qualquer coisa que seja surreal demais pra minha rotina emplacavel de escola, comer e dormir.
quem sabe bimestre seguinte não me proporciona alguma coisa nova, tipo uma atividade extra curricular mais criativa, ou alguma boa nova que eu custo a esperar.
bom é isso, por duas semanas estarei aqui, esperando novas sugestões de como ser eu mesma, ou não. então, até ,*

th.

4 comentários:

Carla Paola disse...

tem visto som e fúria ?

exoticlic.com disse...

vc que escreveu o poeminha do desapego?


mto bom

C, Paola disse...

fiz blog tb nega ;x
(/carla)

amo você (L)

Cássio disse...

CURTI o poema do desapego

shakespeare eu nem preciso dizer como sempre é ótimo

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